Maldade precisa-se...
Tenho-me sentido pouco maléfico.
Pode haver quem não se importe, mas a mim custa-me.
Custa-me acordar sem vontade de fazer mal, de regozijar no drama e tragédia alheios, de incutir malícia nos que me rodeiam.
Sinto-me fraquinho... pequenino...
Nos actos mais banais como estar sentado na minha poltrona (feita das peles de cachorrinhos bebés) a afagar o meu gato Bigodes "o Terrível", a habitual planificação de actos de crueldade e a ocasional repreensão de capangas foram substituidos por um discurso do tipo "o gatinho quer brincadeira? ron ron ron, miau miau?!?"...
Atingi um ponto muito baixo, e depois quem sofre é o blog.
Melhores dias virão...
P.S. - Não uso poltronas feitas de cachorrinhos bebés por terem o pêlo mais suave, mas sim porque é preciso matar mais para as fazer.
(suponho que ainda haja esperança para mim)

